sábado, setembro 16, 2006

Ponto Final

Resolvemos mudar de casa. E mudámos, pronto.

segunda-feira, maio 15, 2006

Querido Pêpa

Este post já devia ter sido escrito há algum tempo. Escrevo-o agora em jeito de resposta à Sandra Costinhas, à Scones, à "Beatriz e Sara" e a outros que terão lido o post anterior.
Encontrámos a solução, sim. O Pêpa continua, feliz e felizmente, a fazer parte da família. Afinal de contas, nem ele nem o D. são os responsáveis pelo que se passou. Um é um bicho, o outro um bebé. Pai e mãe é que têm de zelar pela harmonia e evitar que se repita a situação. E é isso que têm feito. O último post foi escrito a quente. Já passou.
Gostamos muito, muito do nosso gato.

sexta-feira, abril 14, 2006

Imperdoável

Há bastante tempo atrás contei aqui a história do meu gato. O Pêpa faz parte da nossa família há mais de 4 anos. Aquilo que aconteceu hoje, eu não vou conseguir esquecer.
O D. adora o Pêpa. Ri-se quando o vê, chama-o: "Anda!" e, quando o alcança, tenta agarrá-lo, faz-lhe festas, puxa-lhe as orelhas, delicia-se com as cócegas provocadas pelos bigodes. Sempre com o pai ou a mãe atentos a estas investidas porque, mesmo sempre tendo sido um gato muito meigo, um bicho é um bicho e sabemos que o Pêpa tem alguns ciúmes do D. Também hoje estávamos atentos. Mas nem assim se evitou o que aconteceu e eu nunca me vou conseguir perdoar por isso. De repente, o gato que estava a corresponder meigamente aos avanços do D, sentiu-se encurralado e assustado com os gritinhos do meu filho e, comigo mesmo ao lado, atacou-o com as garras. Num abrir e fechar de olhos.
Podia ter sido bem trágico. O D. foi arranhado por cima do olho esquerdo e na bochecha. Não passam de arranhões superficiais, não terão consequências, o D. chorou mas nem associou o que aconteceu ao gato e não se mostra assustado ao vê-lo. Mas o mal está feito e tem consequências no nosso coração.
É com muita mágoa e com as lágrimas a correrem-me pela cara que peço a vossa ajuda. Preciso de arranjar um novo lar para o Pêpa. Uma casa onde não haja crianças demasiado pequenas. Uma casa onde consigam amar um gato que sempre foi e é muito meiguinho, que adora dar e receber mimos.
Provavelmente, muitos ficarão chocados com a nossa decisão. Não espero que a compreendam, mas respeitem a dor de um pai e de uma mãe que ficaram aterrados ao ver o sangue a aflorar aos arranhões na cara do filho e que, nunca mais, correrão o risco de que tal possa voltar a acontecer.

terça-feira, abril 04, 2006

Telegrama (isto ainda existe?)


mamã reuniões avaliação STOP muita falta tempo STOP promete voltar breve STOP saudades imensas de ler e escrever STOP tudo bem STOP beijos